Justiça barra pesquisa do Instituto Veritá no ES e levanta suspeitas sobre metodologia

TRE-ES aponta irregularidades, incluindo mudanças na apresentação de candidatos e inclusão de nomes inelegíveis

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A Justiça Eleitoral do Espírito Santo decidiu barrar uma pesquisa eleitoral do Instituto Veritá após identificar indícios considerados graves que colocam em dúvida a confiabilidade do levantamento.

De acordo com decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Espírito Santo (TRE-ES), o instituto não seguiu fielmente as informações registradas oficialmente. Além disso, durante a coleta de dados, houve alterações na forma de apresentação dos candidatos nas entrevistas telefônicas.

Irregularidades comprometem resultado

Segundo o TRE-ES, o levantamento apresentou inconsistências relevantes. Por exemplo, o instituto incluiu nomes de pessoas que não poderiam disputar a eleição, o que, consequentemente, pode ter confundido os eleitores entrevistados.

Ao mesmo tempo, a forma como os candidatos foram apresentados nas entrevistas também teria sido modificada em relação ao que foi registrado. Dessa forma, a Justiça entendeu que houve risco de comprometimento da lisura dos resultados.

Outro questionamento já está na Justiça

Além desse caso, o Instituto Veritá já enfrenta outro questionamento judicial no Espírito Santo. A ação foi movida pelo MDB e levanta suspeitas sobre um levantamento anterior.

Segundo a ação, há indícios de que a pesquisa poderia ter impacto direto no cenário político local. Inclusive, o documento aponta possível favorecimento ao ex-prefeito Lorenzo Pazolini.

Alerta sobre credibilidade das pesquisas

Diante dos fatos, o episódio acende um alerta no meio político e, ao mesmo tempo, amplia a desconfiança sobre a atuação do Instituto Veritá no estado.

Por fim, a decisão reforça a importância do cumprimento rigoroso das normas eleitorais. Afinal, a transparência e a confiabilidade das pesquisas são fundamentais para garantir equilíbrio no processo democrático.

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