
A vitamina D depende da exposição ao sol, mas isso não significa que ficar mais tempo sob os raios solares aumente os benefícios. A produção da vitamina varia conforme o horário, o tom de pele, a estação do ano, a latitude e a área do corpo exposta. Estudos mostram que, no verão, entre 5 e 10 minutos de exposição diária podem ser suficientes para muitas pessoas. Já no inverno, esse tempo costuma aumentar devido à menor incidência de radiação UVB.
Pessoas com pele mais escura, por exemplo, geralmente precisam de um tempo maior de exposição do que aquelas com pele clara. Mesmo assim, os especialistas alertam que o objetivo não é bronzear. Também não é recomendado esperar a pele ficar vermelha. O ideal é fazer exposições curtas e frequentes. Dessa forma, o organismo produz vitamina D sem aumentar o risco de queimaduras, manchas, envelhecimento precoce e câncer de pele.
Em algumas situações, o sol não basta para manter níveis adequados da vitamina. Idosos, pessoas com obesidade e quem permanece pouco tempo ao ar livre podem apresentar deficiência. Além disso, doenças que prejudicam a absorção intestinal também interferem na produção. Nesses casos, o médico pode solicitar exames e indicar suplementação, quando necessária. Entretanto, o uso de suplementos sem orientação pode causar excesso de cálcio no sangue e outros problemas de saúde.










