
A Justiça de Minas Gerais decidiu levar a júri popular a médica Cláudia Soares Alves e um vizinho acusados de matar uma farmacêutica em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. Segundo a Polícia Civil, a investigação aponta que a médica planejou o crime por motivação passional. Além disso, o Ministério Público atribui ao vizinho a execução do homicídio. O julgamento ainda não tem data marcada.
De acordo com as investigações, Cláudia mantinha um relacionamento com o ex-marido da vítima e queria assumir a criação da filha do antigo casal. Ainda conforme a polícia, ela teria planejado o assassinato por ciúmes. Depois do crime, os envolvidos deixaram um pênis de borracha e uma carta ao lado do corpo da farmacêutica. Com isso, tentaram desviar o foco das investigações e prejudicar a imagem da vítima.
O juiz pronunciou a médica por homicídio qualificado por motivo torpe. Já o vizinho responderá por homicídio duplamente qualificado, por promessa de recompensa e por dificultar a defesa da vítima. No entanto, as defesas recorreram da decisão, que agora será analisada pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Cláudia Soares também ficou conhecida nacionalmente após sequestrar um bebê em uma maternidade de Uberlândia, em um processo separado deste caso.










