Magnésio e enxaqueca frequente: o que o NIH reconhece sobre prevenção e quem deve evitar automedicação

Pesquisas mostram que o magnésio pode reduzir a frequência e a intensidade das crises de enxaqueca. Especialistas orientam evitar a automedicação e buscar avaliação médica.

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- Foto: Divulgação Tua Saúde

O magnésio ganhou destaque como aliado na prevenção da enxaqueca. No entanto, ele não substitui o tratamento médico nem funciona como um remédio milagroso. Estudos indicam que o mineral pode reduzir a frequência e a intensidade das crises em algumas pessoas. Esse benefício aparece, principalmente, em pacientes com deficiência do nutriente ou com enxaqueca recorrente.

O Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos (NIH) informa que o magnésio participa do funcionamento dos nervos, dos músculos e da produção de energia. Além disso, uma revisão científica publicada em 2025 na revista Nutrition Reviews mostrou resultados positivos. Os pesquisadores observaram redução no número de crises, nos dias de dor e na intensidade da enxaqueca. Mesmo assim, eles reforçam que cada paciente responde de forma diferente ao suplemento.

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Antes de iniciar a suplementação, o ideal é consultar um médico. Também vale revisar hábitos como sono, alimentação, estresse e consumo de cafeína. Além disso, alimentos como castanhas, sementes, feijão, lentilha, aveia, espinafre e cacau ajudam a aumentar a ingestão de magnésio. Pessoas com doença renal, gestantes, idosos e quem usa medicamentos contínuos devem evitar a automedicação, pois o excesso do mineral pode causar efeitos colaterais e interações medicamentosas.