
Lideranças do Espírito Santo apoiam redução da jornada semanal para 40 horas
A PEC da escala 6×1 voltou ao centro do debate político nacional após aprovação na Câmara dos Deputados. A proposta reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas e prevê dois dias de descanso para os trabalhadores brasileiros.
No Espírito Santo, o tema ganhou repercussão após declarações do governador Ricardo Ferraço (MDB) e do ex-governador Renato Casagrande (PSB). Ambos apoiam o fim da escala 6×1. No entanto, cada um defende caminhos diferentes para a aplicação da proposta.
Ricardo Ferraço apoia fim da escala 6×1
Ricardo Ferraço afirmou que votaria favoravelmente à PEC da escala 6×1 caso ainda estivesse no Congresso Nacional. Segundo ele, a redução da jornada semanal representa avanço na qualidade de vida da população.
Além disso, o governador destacou que a proposta pode fortalecer o convívio familiar, o lazer e o bem-estar social.
“O importante é melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores”, afirmou Ferraço ao comentar a PEC da escala 6×1.
Casagrande pede compensações para empresas
O ex-governador Renato Casagrande também declarou apoio à PEC da escala 6×1. Porém, ele defendeu medidas para compensar os impactos financeiros sobre empresários e empregadores.
Segundo Casagrande, os governos precisam discutir formas de equilibrar custos e garantir aumento de produtividade.
Além disso, o ex-governador afirmou que o fim da escala 6×1 já possui apoio popular significativo em todo o país. Escala 6×1 prevê mudança gradual
O texto aprovado na Câmara estabelece uma transição gradual para a nova jornada de trabalho.
Primeiramente, a carga horária cairá para 42 horas semanais. Depois de 12 meses, o limite será reduzido definitivamente para 40 horas.
Além disso, a proposta prevê regras específicas para algumas categorias profissionais.
Votação mobilizou partidos no Congresso
Na Câmara dos Deputados, parlamentares do PSB votaram integralmente a favor da PEC da escala 6×1 no primeiro turno. Já no MDB, a maioria da bancada também apoiou a proposta.
O tema continua gerando debates entre empresários, trabalhadores e lideranças políticas em todo o Brasil.











