Abono salarial é liberado para nascidos em março e abril

Benefício segue calendário oficial e pode ser consultado por trabalhadores que atendem aos critérios do programa

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- Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O Ministério do Trabalho e Emprego iniciou, nesta quarta-feira (15), o pagamento do terceiro grupo de trabalhadores com direito ao abono salarial. Nesta etapa, o governo contempla 4.272.981 pessoas nascidas em março e abril, com liberação total de R$ 5,4 bilhões.

Do total, 3.826.355 trabalhadores da iniciativa privada recebem o benefício por meio da Caixa Econômica Federal, vinculados ao PIS. Além disso, 446.626 servidores públicos, inscritos no Pasep, recebem pelo Banco do Brasil.

Valor do benefício

O valor do abono varia entre R$ 136 e R$ 1.621, conforme a quantidade de meses trabalhados no ano-base 2024.

O calendário de pagamentos começou em 16 de fevereiro de 2026. Segundo o Ministério do Trabalho, os valores ficarão disponíveis para saque até 30 de dezembro deste ano.

Quem tem direito

Têm direito ao abono salarial os trabalhadores que atendem aos seguintes critérios:

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  • Estar cadastrado no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos
  • Ter recebido até R$ 2.766 de remuneração média mensal em 2024
  • Ter trabalhado por, no mínimo, 30 dias no ano-base, consecutivos ou não
  • Ter os dados corretamente informados pelo empregador no eSocial

Como receber

A Caixa Econômica Federal realiza o pagamento, prioritariamente, por crédito em conta corrente, poupança ou Conta Digital. Além disso, o trabalhador pode acessar o valor pelo aplicativo Caixa Tem, por meio de conta poupança social digital.

Para quem não possui conta, a Caixa libera o pagamento em agências, lotéricas, terminais de autoatendimento e correspondentes Caixa Aqui.

Já o Banco do Brasil prioriza o crédito em conta, transferências via TED ou Pix. Caso o beneficiário não seja correntista e não possua chave Pix, o saque pode ser feito diretamente nas agências.

Para mais informações, o trabalhador pode procurar os canais de atendimento do Ministério do Trabalho, as Superintendências Regionais ou ligar para o telefone 158.