
A ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), criticou neste sábado (28/3) a participação do senador Flávio Bolsonaro (PL) e de seu irmão, Eduardo Bolsonaro, em um evento conservador realizado em Dallas, no Texas. “Vendalhões da pátria”, disparou a ministra.
O senador participou da CPAC, conferência que reúne lideranças conservadoras, ao lado do irmão, que vive nos Estados Unidos há mais de um ano.
Críticas e acusações
Gleisi se manifestou em seu perfil na rede social X e, além disso, acusou os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro de adotarem uma postura de submissão internacional. Segundo ela, ambos fazem “juras de subserviência a Donald Trump e espalham mentiras sobre o Brasil”.
A ministra também afirmou que a família Bolsonaro alinha seu projeto político a interesses estrangeiros. Nesse sentido, ela declarou que o histórico recente do país não pode ser ignorado, citando impactos sociais e econômicos, além das consequências da pandemia de Covid-19.
Declarações sobre economia e pandemia
Ainda em sua publicação, Gleisi destacou que, na visão dela, o Brasil enfrentou retrocessos durante o governo anterior. Ela afirmou que o país voltou ao Mapa da Fome e que a economia sofreu danos significativos. Além disso, responsabilizou diretamente a gestão passada por milhares de mortes durante a pandemia.
Acusações finais e tom político
Por fim, a ministra intensificou as críticas e declarou que Flávio e Eduardo atuaram junto aos Estados Unidos em articulações prejudiciais ao Brasil, incluindo discussões sobre tarifas. Segundo ela, esse tipo de ação prejudica o país.
“Tal pai, tal filho: o negócio deles é mentiroso e desafiar a democracia e a Justiça”, concluiu Gleisi, reforçando o embate político.










