Aos 70 anos, professora e atleta, Beth Mallet prova que hábitos saudáveis são a “fonte da juventude”

Aos 70 anos, professora e atleta Elizabeth Mallet mantém rotina intensa com esportes e alimentação saudável. A história mostra como disciplina e atividade física contribuem para um envelhecimento ativo.

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Elizabeth Maria Mallet tem 70 anos e a energia contagiante de uma jovem atleta. Professora de história e veterana do vôlei adaptado, ela é um exemplo de que envelhecer com saúde e qualidade de vida depende, sobretudo, de escolhas consistentes ao longo do tempo.
“Estou em plena atividade. Não paro”, afirma Beth, que se aposentou da rede privada de ensino, mas segue lecionando na rede pública, já próxima de sua segunda aposentadoria. “Continuei trabalhando porque precisava aumentar minha renda para fazer tudo o que eu queria. Naquele momento, já entendi que minha vida estava apenas começando.”
O cuidado com a saúde sempre foi prioridade e Beth construiu sua rotina sobre dois pilares: alimentação saudável e exercício físico diário. Mesmo com diabetes adquirida na gestação, ela não faz uso de insulina, conseguindo controlar a doença por meio da dieta e da atividade física.
“Não tenho problemas de pressão, nem cardiovasculares, durmo bem e cuido da minha saúde mental, com amigos por perto e uma rotina social ativa”, conta. O segredo, segundo ela, está na consistência. “Minha cabeça não para e meu corpo também não.”
Sua rotina semanal inclui pilates, treino funcional, vôlei adaptado, vôlei de praia nos finais de semana e aulas de dança de forró. Nos campeonatos, Beth já acumula seis participações em torneios nacionais. “Hoje, tenho um ritmo de atleta e sou muito feliz com esse estilo de vida. Todos somos capazes de chegar bem a velhice. Envelhecer é natural, mas se sentir velho é opcional. Eu busco o bem envelhecer”.

Dra. Fernanda sperandio