
Juliano Cazarré, ator global consagrado na carreira artística, foi vítima de inúmeros ataques vindos, justamente, daqueles que se dizem seus colegas de trabalho. O motivo foi o artista ter lançado um curso voltado ao público masculino, chamado “O farol e a forja”. Nos dias 24, 25 e 26 de julho, o curso abordará temáticas como liderança, vida profissional e pessoal, família, virtudes, paternidade, masculinidade e cristianismo.
Certamente, o que irritou os coleguinhas socialistas foram os termos “masculinidade” e “cristianismo”, já que, nos tempos modernos, virou moda ser adulto infantilizado ou indeciso quanto à sua identidade sexual e religiosa. Aparentemente, ser heterossexual e cristão virou sinônimo de ameaça social, e tais condutas devem ser rechaçadas, com o objetivo de influenciar a opinião pública à reprovação social de quem se autoafirmar homem e convicto quanto à sua própria fé.
Rodrigo Constantino, em seu livro “Esquerda Caviar”, descreveu minuciosamente a hipocrisia da classe artística brasileira que, ao mesmo tempo em que estimula as pautas socialistas, vive se esbaldando no capitalismo que tanto diz odiar. Chamou atenção o fato de que até o saudoso cachoeirense Roberto Carlos foi uma das vítimas do ódio dos comunistas, pelo fato de não ter rebaixado seu talento para ser garoto-propaganda de uma ideologia mundialmente fracassada.
Agora, a vítima é o ator Juliano Cazarré, que está capitalizando muitos seguidores e o apoio de poucos, mas corajosos artistas, como a atriz Juliana Knust, uma das poucas sensatas desta selva globista, que reconhece que ainda estamos em uma democracia e, por conseguinte, que o direito de seu colega deveria ser respeitado pelos demais.
Diante do exposto, fica patente que os ataques desprovidos de racionalidade, vindos dos colegas de Juliano Cazarré, revelam que a mentalidade de manada não é algo típico da vara de porcos ou da boiada. Pensar é um ato revolucionário de poucos, e, se a democracia brasileira ainda não foi oficialmente sepultada, foi graças à resistência desses poucos guerreiros, sejam estes famosos ou anônimos.










