
Aposentados do INSS podem receber um aumento de 25% no benefício em uma situação específica. O adicional atende quem recebe aposentadoria por incapacidade permanente e precisa da ajuda constante de outra pessoa para tarefas do dia a dia, como tomar banho, comer ou se locomover.
O chamado adicional de assistência permanente não funciona como reajuste para todos os aposentados. O segurado precisa comprovar que depende de terceiros para manter sua rotina. O INSS avalia cada caso por meio de análise médica e dos documentos apresentados pelo beneficiário.
Podem solicitar o adicional pessoas com limitações graves, aposentados acamados, segurados com cegueira total ou quem perdeu autonomia para atividades básicas. Para pedir o benefício, o aposentado deve acessar o Meu INSS ou buscar orientação pela Central 135.
O segurado precisa apresentar documentos que mostrem sua condição de saúde. Laudos médicos, exames e relatórios ajudam o INSS a entender a necessidade de assistência permanente.
O aumento de 25% também pode ser pago quando a aposentadoria já atingiu o teto do INSS. Porém, o valor extra não passa para os dependentes após a morte do beneficiário.
A regra não vale para todos os tipos de aposentadoria. Benefícios por idade ou tempo de contribuição, por exemplo, não recebem o adicional automaticamente. O direito depende da aposentadoria por incapacidade permanente e da comprovação da necessidade de ajuda contínua.










