PM da reserva é preso por agredir ex-companheira em São Mateus

Ocorrência terminou com três conduzidos à delegacia e autuações por violência doméstica, porte ilegal de arma e desacato

Arte Da Capa Da Mat Ria Do Site 1000 X 750 Px 2026 07 02t081924 593
- Foto: Thiago Soares

Um PM da reserva agride ex-companheira e acaba preso após uma confusão em um bar no balneário de Guriri, em São Mateus, na noite de terça-feira (30). A ocorrência também resultou na prisão de um jovem de 23 anos por porte ilegal de arma de fogo e na condução de uma mulher à delegacia.

Segundo a Polícia Militar, testemunhas denunciaram que um homem armado ameaçava uma mulher e fazia disparos para o alto dentro do estabelecimento. Assim que chegaram ao local, os policiais localizaram o jovem escondendo uma pistola atrás da porta da cozinha do bar.

Acompanhe as principais notícias do ES — receba grátis onde preferir!

Ele explicou que retirou a arma da confusão para evitar que alguém a utilizasse durante a briga.

Mulher denunciou agressão

Enquanto os militares atendiam à ocorrência, a mulher informou que o ex-companheiro, um policial militar da reserva, a agrediu durante a discussão. Os policiais identificaram lesões aparentes e a encaminharam para atendimento médico.

Além disso, a PM informou que ela apresentava sinais de embriaguez. Durante a abordagem, porém, a mulher desacatou e agrediu os policiais. Por isso, a equipe também a levou para a delegacia.

PM alegou legítima defesa

O policial militar da reserva também recebeu atendimento médico porque apresentava ferimentos. Em seguida, os policiais o conduziram à delegacia.

Durante o depoimento, ele afirmou que entrou em luta corporal com a ex-companheira e alegou legítima defesa.

Polícia Civil autuou envolvidos

De acordo com a Polícia Civil, o jovem de 23 anos responderá por porte ilegal de arma de fogo. Como não pagou a fiança, ele seguiu para o Centro de Detenção Provisória (CDP).

Além disso, a Polícia Civil autuou o policial militar da reserva em flagrante por lesão corporal qualificada no contexto da Lei Maria da Penha. Logo depois, as equipes o encaminharam ao presídio militar, em Vitória.

Já a mulher assinou um termo circunstanciado pelos crimes de resistência e desacato. Depois disso, ela assumiu o compromisso de comparecer à Justiça quando for intimada e deixou a delegacia.