
O Espírito Santo conquistou a 8ª posição no ranking nacional de qualidade de vida divulgado nesta quarta-feira (20) pelo Índice de Progresso Social (IPS Brasil) 2026. O Estado alcançou 63,61 pontos em uma escala que vai até 100.
O levantamento avaliou os 5.570 municípios brasileiros com base em 57 indicadores sociais e ambientais. Além disso, o estudo analisou três grandes dimensões: Necessidades Humanas Básicas, Fundamentos do Bem-Estar e Oportunidades.
O desempenho capixaba chamou atenção pelos avanços em acesso a serviços essenciais, infraestrutura urbana e qualidade de vida. Por outro lado, o estudo apontou desafios relacionados à inclusão social e ao acesso a oportunidades.
João Neiva lidera ranking no Espírito Santo
Entre os 78 municípios capixabas, João Neiva registrou a melhor pontuação do Estado, com 67,54 pontos. Logo depois aparecem Serra, com 66,26, Vila Velha, com 66,15, e Vitória, com 66,02 pontos.
Enquanto isso, os menores índices ficaram com Vila Valério, que somou 55,48 pontos, Conceição da Barra, com 56,26, e Pedro Canário, com 56,65 pontos.

Vitória aparece em 15º entre as capitais
No ranking das capitais brasileiras, Vitória ocupa a 15ª colocação. O IPS classificou o desempenho da capital capixaba como intermediário.
A cidade apresentou destaque na dimensão Fundamentos do Bem-Estar, que avalia educação básica, saúde e qualidade ambiental. Nesse quesito, Vitória alcançou 76,40 pontos e ficou na 39ª posição nacional.
Por outro lado, o levantamento identificou dificuldades nas áreas ligadas à inclusão social, direitos individuais e acesso ao ensino superior.
Curitiba lidera entre as capitais brasileiras, com 71,29 pontos. Em seguida aparecem Brasília, São Paulo, Campo Grande e Belo Horizonte. Já Porto Velho ficou na última posição, com 58,59 pontos.
Entenda como funciona o IPS Brasil
O Índice de Progresso Social mede a capacidade de uma sociedade em atender necessidades básicas, garantir qualidade de vida e ampliar oportunidades para a população.
Para calcular o índice, o IPS utiliza 57 indicadores sociais e ambientais, todos baseados em dados públicos atualizados e com ampla cobertura territorial. Dessa forma, o estudo busca avaliar se os serviços públicos chegam de maneira eficiente aos cidadãos.
O levantamento considera três áreas principais:
- Necessidades humanas básicas: acesso à alimentação, saúde, moradia e segurança;
- Fundamentos do bem-estar: educação básica, vida saudável e meio ambiente;
- Oportunidades: direitos individuais, inclusão social e acesso ao ensino superior.
O IPS Brasil é elaborado por meio de parceria entre Imazon, Fundação Avina, Amazônia 2030, Centro de Empreendedorismo da Amazônia e Social Progress Imperative.










