Entrevista: Fisioterapeuta Ana Carolina aposta no cuidado feminino

Profissional aposta em atendimento humanizado e exclusivo para mulheres no Instituto Alves Peixoto, em Itaparica.

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Entrevista Realizada Por: Leandro Bettecher

Nessa entrevista falaremos sobre uma proposta ousada, e um tanto quanto inovadora, com a Fisioterapeuta Dr. Ana Carolina.

A clínica é voltada para as mulheres. O que motivou essa opção?

“A motivação surgiu da necessidade de ter um local onde a mulher sinta segura de estar, sinta segurança em falar sobre suas dores físicas e emocionais.  Um ambiente que seja acolhedor desde a entrada a saída de cada mulher. E hoje não é tão comum encontrarmos uma clínica múltipla com atendimento somente de mulheres.

Já os serviços oferecidos são: Fisioterapia, Psicologia, Nutricionista, Osteopatia, Pilates, Fisioterapia Pélvica, Liberação Miofascial, Acompanhamento Gestacional, Bioimpedância, Acupuntura, drenagem Linfática e Massagem relaxante. E o endereço é: rua Itabaiana, 121, Praia de Itaparica, Vila velha, ES”. Frisou.

Imagem Padrao Folha2

Vamos falar sobre você, e sua profissão, como a fisioterapia entrou em sua vida, e em qual área se especializou?

“Eu costumo dizer que a Fisioterapia me escolheu. Não consigo lembrar de um momento exato de decisão, mas sempre existiu em mim o desejo de cuidar e fazer diferença na vida das pessoas. E hoje, poder devolver qualidade de vida para alguém é recompensador.

Nos últimos períodos da faculdade, comecei a me especializar em Fisioterapia Traumato Ortopédica. Depois segui para a pós-graduação em Biomecânica e, hoje, estou no quinto e último ano da minha formação em Osteopatia, que vem aprofundando ainda mais meu olhar sobre o corpo e suas conexões.  Sigo em constante aperfeiçoamento da minha avaliação, buscando identificar a verdadeira causa da dor, e não apenas tratar o sintoma”. Explicou.

Você é do Espírito Santo, porém se formou e morou em Manaus, me conta essa história?

“Sim, sou capixaba, mas saí do Espírito Santo ainda muito pequena, com 2 anos. Em 1994 fui para Manaus por conta do trabalho do meu pai, e foi lá que cresci, estudei e construí grande parte da minha história. Me considero Manauara de coração, foram mais de 30 anos vivendo lá.

Me formei em Fisioterapia em 2012, tive minha colação em março de 2013 e, no dia seguinte, já estava com uma proposta de trabalho em mãos. Desde então, sigo nessa caminhada de cuidar de pessoas e transformar vidas através da minha profissão.

Mesmo com toda minha história em Manaus, sempre existiu em mim o desejo de voltar para o Espírito Santo e estar mais perto da família. E em 2024 surgiu essa oportunidade. Em março de 2025, demos início a um novo capítulo com o Instituto Alves Peixoto, na Praia de Itaparica, em Vila Velha”. Comentou.

Olhando suas redes sociais, percebi que você é corredora, como a fisioterapia pode auxiliar na corrida?

“A corrida entrou na minha vida como um hobby, e com o tempo comecei a compartilhar nas redes como a Fisioterapia pode ajudar os corredores, além de esclarecer dúvidas que são muito comuns nesse meio.

Hoje, eu bato muito na tecla da Fisioterapia preventiva. É totalmente possível correr sem dor, mas isso exige cuidado e constância. A “manutenção”, que são atendimentos periódicos orientados pelo fisioterapeuta, faz toda a diferença para evitar lesões, melhorar a performance e dar mais longevidade na corrida, seja para um corredor amador ou de alta performance”. Salientou a importância.

E pra fechar, fale mais sobre essa sua especialização em Osteopatia?

“Osteopatia apareceu em um momento decisivo da minha carreira, como um passo de aprofundamento mesmo. É uma formação longa, de cinco anos, e eu iniciei ainda morando em Manaus, viajando para o Rio de Janeiro para estudar.

Foi um processo exigente, mas muito intencional. Todo esse esforço sempre teve um propósito muito claro: oferecer o melhor resultado para o meu paciente.

A Osteopatia refinou muito o meu olhar, minha avaliação e minhas técnicas manuais. Hoje eu consigo ter mais precisão para identificar a real causa da dor e não apenas tratar o sintoma, o que muda completamente o resultado do tratamento”. Finalizou.

Imagem Padrao Folha3

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