Policial penal é suspeito de dar soco no rosto da esposa, também policial penal, em Vila Velha

Suspeito não foi localizado e a Polícia Penal informou que abrirá apuração administrativa sobre o caso, reforçando que não tolera qualquer tipo de violência, principalmente entre integrantes da corporação

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- Foto: Reprodução

Uma policial penal de 49 anos denunciou ter sofrido agressão do marido, de 45 anos, na manhã deste sábado (23), no bairro Praia das Gaivotas, em Vila Velha, na Grande Vitória. O suspeito também atua como policial penal.

Segundo informações da Polícia Militar, o casal discutia dentro da residência quando o homem teria dado um soco no rosto da vítima.

Logo após a agressão, a mulher acionou a polícia. No entanto, quando os militares chegaram ao imóvel, o suspeito já havia deixado o local.

Polícia realizou buscas na região

Depois da denúncia, equipes da Polícia Militar fizeram buscas pelo bairro e em regiões próximas. Apesar disso, os policiais não localizaram o suspeito.

Além disso, a vítima seguiu para a realização do exame de corpo de delito, procedimento utilizado para confirmar as agressões.

Agora, a Polícia Civil investiga o caso.

Corregedoria acompanha ocorrência

Em nota, a Polícia Penal do Espírito Santo informou que tomou conhecimento da ocorrência registrada na madrugada deste sábado.

Além da investigação conduzida pela Polícia Civil, a Corregedoria da instituição também acompanha o caso.

A corporação destacou que abrirá procedimento administrativo para apurar os fatos e reforçou que não compactua com qualquer tipo de violência, principalmente quando envolve integrantes da própria Polícia Penal.

Ainda segundo a nota, a instituição adotará todas as medidas cabíveis dentro do rigor da lei. Até o momento, a Polícia Penal não detalhou quais sanções administrativas poderão ser aplicadas ao servidor investigado.

Violência doméstica exige denúncia

O caso volta a chamar atenção para a violência doméstica, que muitas vezes começa com episódios de intimidação e controle psicológico. Com o passar do tempo, porém, as agressões podem evoluir para violência física grave e até feminicídio.

Mulheres vítimas de violência podem procurar ajuda por meio da Polícia Militar, pelo telefone 190, ou pela Central de Atendimento à Mulher, no número 180, que funciona 24 horas por dia.

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