
Uma força-tarefa da Polícia Civil de Goiás (PCGO) prendeu Jederson Lucas Ferreira das Chagas, principal suspeito de matar a ex-companheira e ocultar o corpo da vítima em Silvânia, município localizado a cerca de 70 quilômetros de Anápolis.
O caso ganhou repercussão nesta quarta-feira (20), quando os policiais encontraram o cadáver da jovem escondido em um lote residencial coberto por areia.
A vítima deixou uma bebê de apenas cinco meses.
Família denunciou desaparecimento da jovem
As investigações começaram após familiares procurarem a polícia para registrar o desaparecimento da mulher.
Segundo os relatos, a vítima não aparecia desde o dia 13 de maio. Além disso, parentes estranharam o fato de ela ter deixado a filha pequena com familiares, atitude considerada incomum.
Diante das informações, equipes da Polícia Civil iniciaram diligências e passaram a rastrear os últimos passos da jovem.
Logo depois, os investigadores identificaram Jederson Lucas como principal suspeito do caso.
Suspeito confessou crime durante depoimento
Ao localizar o suspeito, os policiais realizaram a abordagem e o conduziram para prestar depoimento.
Durante o interrogatório, Jederson confessou o crime, segundo a Polícia Civil.
De acordo com a investigação, ele entrou em luta corporal com a ex-companheira antes de atacá-la com golpes de faca.
Depois disso, o suspeito colocou o corpo da vítima no porta-malas de um carro e seguiu até Silvânia.
No local, ele utilizou areia de construção para esconder o cadáver e tentar dificultar as investigações.
Polícia também encontrou drogas com suspeito
Além da acusação de feminicídio, Jederson também acabou preso em flagrante por tráfico de drogas.
Segundo a Polícia Civil, os agentes encontraram porções de entorpecentes prontas para comercialização durante a abordagem.
Ainda conforme a corporação, o suspeito já possuía antecedentes criminais por roubo e tráfico.
Justiça converteu prisão em preventiva
Jederson Lucas Ferreira das Chagas passou por audiência de custódia nesta quinta-feira (21).
Em seguida, a Justiça converteu a prisão em preventiva, sem prazo para liberação.
Agora, ele responderá pelos crimes de feminicídio qualificado, ocultação de cadáver e tráfico de entorpecentes.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil de Goiás.











