
Perícia avalia atuação de salva-vidas, câmeras e sinalização das piscinas para identificar possíveis falhas no atendimento ao menino de 7 anos
A Polícia Civil do Recife investiga possíveis falhas nos protocolos de segurança de um parque aquático após a morte por afogamento do menino Bryan, de 7 anos. A perícia analisa a atuação dos salva-vidas, a posição das câmeras e as sinalizações de profundidade das piscinas.
Além disso, os investigadores verificam documentos do estabelecimento, como a lista de presença dos profissionais responsáveis pela segurança e o alvará de funcionamento do local. Familiares da criança apontam possível negligência durante o atendimento.
Testemunhas afirmaram que havia salva-vidas no parque no momento do acidente, mas relataram que eles não teriam percebido a situação a tempo. A polícia segue com a investigação para identificar se houve falhas e definir possíveis responsabilidades.
