Polícia investiga motivação de assassinato de empresária em Cachoeiro

A Polícia Civil investiga a motivação do assassinato da empresária Flaviana Granzieiri, morta a tiros em Cachoeiro de Itapemirim. O principal suspeito é o enteado da vítima, que segue foragido.

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- Foto: arquivo de família/ Redes sociais

A Polícia Civil investiga a motivação do assassinato da empresária Flaviana Granzieiri, de 46 anos, morta na noite da última sexta-feira (15), no bairro Gilson Carone, em Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Espírito Santo.

O principal suspeito do crime é o enteado da vítima, de 26 anos, que segue foragido.

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Polícia trabalha com duas linhas de investigação

Segundo o delegado Felipe Vivas, titular da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cachoeiro, os investigadores analisam duas hipóteses principais: vingança ou uma discussão antes do crime.

“O caso é tratado como um crime bárbaro. Trabalhamos com duas possibilidades: uma de vingança, a partir de informações já colhidas, e outra de que o crime teria ocorrido após uma agressão, em que a vítima teria desferido dois tapas no rosto do suspeito. Ele teria ido até a casa, retornado armado e efetuado os disparos”, afirmou o delegado.

Empresária levou três tiros

Flaviana Granzieiri morreu após ser atingida por três disparos. Além disso, ela trabalhava com o marido em um restaurante localizado no mesmo bairro onde ocorreu o homicídio.

Logo após o crime, equipes da Polícia Militar realizaram buscas na região para tentar localizar o suspeito. No entanto, os policiais não conseguiram encontrá-lo.

Polícia reúne provas para pedir prisão

Como a corporação não efetuou prisão em flagrante, a Polícia Civil agora depende de autorização judicial para solicitar a prisão temporária ou preventiva do investigado.

Segundo o delegado, a equipe da DHPP continua reunindo provas materiais e periciais para fortalecer o inquérito.

“A equipe da DHPP está reunindo elementos para apresentar à Justiça um inquérito consistente, com provas materiais e periciais, para esclarecer o que de fato aconteceu”, explicou Felipe Vivas.

Investigação apura possível participação de terceiros

Além disso, os investigadores também apuram se outras pessoas participaram do crime.

A Polícia Civil reforçou ainda que moradores podem colaborar com informações anônimas e enviar imagens de câmeras de segurança por meio do Disque-Denúncia 181.