PM encontra armas e drogas em casa usada pelo tráfico acima de igreja no Valão em Cachoeiro

Imóvel usado pelo tráfico funcionava acima de templo religioso no bairro Valão

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Os militares também apreenderam 456 papelotes de cocaína prontos para venda. Ainda durante as buscas, os policiais localizaram duas balanças de precisão, um rádio comunicador com base carregadora e dois celulares - Foto: Divulgação

A Polícia Militar apreendeu armas de fogo, munições e uma grande quantidade de entorpecentes no bairro Valão, em Cachoeiro de Itapemirim, nesta sexta-feira (27). O material estava em uma residência que, segundo denúncias anônimas, criminosos alugavam para o tráfico. Além disso, o imóvel fica localizado acima do templo de uma igreja.

Após receber as informações, as equipes iniciaram uma campana para monitorar o local. Durante a ação, os militares flagraram um homem de pele clara e roupas escuras saindo da casa com um embrulho suspeito. No entanto, ao perceber a presença policial, o suspeito fugiu e conseguiu escapar.

Em seguida, os policiais retornaram e cercaram o imóvel. Nesse momento, eles visualizaram, por uma fresta no portão, diversos pacotes de cocaína no corredor. Diante da situação, a equipe entrou imediatamente na residência para averiguação.

Apreensão de armas e drogas

Dentro do imóvel, os policiais encontraram uma pistola calibre 9mm, um revólver calibre .38 com numeração raspada e uma capa de colete balístico. Além disso, a equipe recolheu 62 munições de 9mm e seis munições de .38.

Por outro lado, os militares também apreenderam 456 papelotes de cocaína prontos para venda. Ainda durante as buscas, os policiais localizaram duas balanças de precisão, um rádio comunicador com base carregadora e dois celulares.

Investigação em andamento

Durante a ocorrência, a equipe encontrou um documento do SUS, que pode ajudar na identificação dos envolvidos. Por isso, os policiais encaminharam todo o material para a Delegacia Regional de Cachoeiro de Itapemirim.

Até o momento, ninguém foi preso. Agora, a Polícia Civil segue com as investigações para identificar os responsáveis.

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