O peixinho-da-horta, conhecido cientificamente como Stachys byzantina, chama atenção pelo sabor inusitado e pela versatilidade na cozinha. Quando o cozinheiro empana e frita ou assa as folhas, a planta assume um gosto que lembra peixe. Por isso, o nome popular desperta curiosidade e incentiva a experimentação.
Além disso, o peixinho-da-horta integra o grupo das Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANCs). Mesmo com alto potencial nutricional, ele ainda aparece pouco no cotidiano dos brasileiros. Ainda assim, a planta apresenta folhas aveludadas e macias ao toque e cresce com facilidade em hortas domésticas e jardins, o que favorece o cultivo caseiro.
A espécie tem origem no Oriente Médio e na Ásia. No entanto, ao longo do tempo, ela se adaptou bem ao clima brasileiro. Dessa forma, tornou-se uma alternativa acessível para quem busca diversificar a alimentação com ingredientes naturais, sustentáveis e de baixo custo.
Na culinária, o peixinho-da-horta se destaca principalmente pela facilidade de preparo. As folhas permitem diferentes usos: o cozinheiro pode empanar, fritar, assar ou incluir o ingrediente em receitas simples, como petiscos e acompanhamentos. Além disso, o preparo exige poucos ingredientes, o que torna a planta ainda mais prática no dia a dia.
Do ponto de vista nutricional, o peixinho-da-horta oferece compostos benéficos à saúde e contribui para uma alimentação equilibrada. Ao mesmo tempo, o consumo de PANCs amplia a variedade de nutrientes no cardápio e incentiva hábitos alimentares mais conscientes.
Assim, com sabor diferenciado, cultivo simples e uso versátil na cozinha, o peixinho-da-horta se consolida como uma alternativa criativa para quem deseja inovar nas refeições e explorar novos sabores de forma natural.
