Mulher diz “eu te amo, meu filho” antes de ser morta em caso chocante

izinha relatou ter ouvido o apelo de Jussara Maria Rodrigues da Cruz momentos antes de ela ser assassinada pelo próprio filho, em Belo Horizonte. Policial que atendeu a ocorrência afirmou nunca ter presenciado uma cena tão violenta em 20 anos de carreira

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- Foto: Reprodução

Novos detalhes sobre o assassinato de Jussara Maria Rodrigues da Cruz, de 54 anos, revelam os momentos de desespero vividos pela vítima antes de ser morta dentro de casa, em Belo Horizonte. Segundo uma vizinha, a mulher percebeu a agressão e tentou pedir que o ataque parasse.

“Não faça isso, meu filho. Eu te amo”, teria dito Jussara pouco antes do crime, conforme relatos repassados à Polícia Militar.

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Além disso, uma vizinha afirmou ter ouvido um barulho vindo do apartamento durante a madrugada de segunda-feira (22). Em seguida, o local ficou em silêncio, o que levantou suspeitas.


Caso veio à tona após preocupação da família

Familiares notaram a ausência de Jussara em compromissos marcados para o fim de semana. Como não conseguiram contato, eles acionaram a polícia para verificar a situação no imóvel.

Quando chegaram ao apartamento, os policiais encontraram a vítima sem vida em um dos cômodos. O filho dela, de 27 anos, estava no local e confessou o crime, segundo a Polícia Militar.


Suspeito apresenta comportamento fora do padrão

O sargento Gleidson Wellys, que participou da ocorrência, afirmou que nunca presenciou situação semelhante em mais de 20 anos de atuação.

“Em 20 anos de polícia, nunca vi tanta violência contra uma mulher”, declarou.

Além disso, ele relatou que o comportamento do suspeito chamou atenção da equipe. Familiares informaram que o homem possui diagnóstico de esquizofrenia. Durante a abordagem, ele apresentou frieza, segundo os policiais.


Polícia investiga o caso

A Polícia Civil de Minas Gerais realizou perícia no imóvel e coletou vestígios para esclarecer a dinâmica do crime. Em seguida, os peritos encaminharam o corpo de Jussara ao Instituto Médico-Legal Dr. André Roquette.

Logo após a prisão, policiais levaram o suspeito ao Hospital Odilon Behrens para atendimento médico. Depois disso, ele seguiu para a delegacia.

A Polícia Civil informou que o caso segue em investigação e novas informações devem ser divulgadas conforme o avanço das apurações.

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