
O cicloativista Fernando Hélio Braga Pio Pereira, conhecido como Fernando Braga, morreu aos 66 anos. Ele dedicou grande parte da vida à defesa da mobilidade urbana, da segurança no trânsito e dos direitos dos ciclistas. A família realizou o sepultamento na quinta-feira (9), no Cemitério Parque da Paz, em Ponta da Fruta, Vila Velha.
A notícia da morte foi divulgada pelo coletivo Bike Anjo. Além disso, a organização destacou a importância de Fernando para a construção de cidades mais humanas, acessíveis e seguras.
Atuação marcou o cicloativismo
Segundo o Bike Anjo, Fernando Braga trabalhou de forma incansável para fortalecer o uso da bicicleta como meio de transporte. Ao mesmo tempo, incentivou ações voltadas à inclusão social e à convivência respeitosa no trânsito.
Além disso, o coletivo afirmou que o ativista inspirou milhares de pessoas por meio de projetos, campanhas e iniciativas ligadas à mobilidade sustentável.
Homenagens ressaltam legado
Nas redes sociais, o Bike Anjo lembrou que Fernando acreditava em cidades mais seguras para quem pedala. Por isso, dedicou anos de trabalho à defesa dos ciclistas e ao incentivo da mobilidade ativa.
Por fim, o coletivo destacou que o legado de Fernando Braga permanecerá vivo entre voluntários, ciclistas e defensores de um trânsito mais seguro. Assim, sua atuação continuará inspirando novas iniciativas no Espírito Santo e em outras regiões do país.










