Michelle Tito faz alerta sobre política dentro das igrejas

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pregadora - imagem ilustrada e gerada por IA

A pregadora, escritora e conferencista Michelle Tito criticou o uso de púlpitos para campanhas políticas durante o 22º Congresso de Mulheres da Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Abreu e Lima (IEADALPE), em Pernambuco. Após a mensagem, a pregação ganhou repercussão nas redes sociais e gerou debates entre fiéis e lideranças religiosas.

Durante a ministra, Michelle afirmou que alguns líderes utilizam a influência espiritual para favorecer interesses eleitorais. Além disso, ela advertiu que os pastores responderão pelos atos praticados durante o período de campanha. Segundo a conferencista, transformar fiéis em massa de manobra desvirtua a missão da igreja.

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Declaração repercute

Em um dos momentos mais comentados, Michelle criticou líderes que contratam assessores políticos e utilizam o púlpito para influenciar o voto dos membros da igreja. Com isso, vídeos da pregação passaram a circular rapidamente nas redes sociais.

A mensagem aconteceu na sede da Assembleia de Deus em Abreu e Lima, uma das maiores igrejas evangélicas de Pernambuco. Desde então, o tema passou a gerar discussões entre religiosos e internautas.

Legislação impõe limites

Além disso, a fala da pregadora coincide com as regras da legislação eleitoral brasileira. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) proíbe propaganda política, direta ou indireta, dentro de templos religiosos.

Por isso, igrejas não podem servir como espaço para campanhas eleitorais. Dessa forma, a declaração reacendeu o debate sobre os limites entre a atuação religiosa e a atividade política durante as eleições.nte o período eleitoral.