Mentor de crime brutal contra crianças é preso e levado para São Paulo

Mentor de estupro coletivo é preso e levado a SP

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- Julia Gandra/Metrópoles

Alessandro Martins dos Santos, de 21 anos, apontado pela polícia como mentor de um estupro coletivo contra duas crianças, chegou a São Paulo nesta terça-feira (5). Ele havia sido preso no último sábado (2), no município de Brejões, no interior da Bahia.

Suspeito passou por exame e será encaminhado a presídio

Após chegar à capital paulista, o suspeito foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) para realizar exame de corpo de delito. Em seguida, ele deverá ser encaminhado a um Centro de Detenção Provisória (CDP), onde permanecerá à disposição da Justiça.

Adulto é apontado como principal responsável

De acordo com a investigação, Alessandro é o único adulto envolvido no crime. Além dele, quatro adolescentes participaram da ação e já foram apreendidos. Segundo a polícia, todos os menores confessaram envolvimento.

Imagens do crime foram divulgadas

Ainda segundo as autoridades, o suspeito teria gravado os abusos com o próprio celular. Em seguida, ele enviou os vídeos para contatos por meio de aplicativo de mensagens. Posteriormente, o material foi compartilhado nas redes sociais.

Diante disso, a polícia agora busca identificar as pessoas que ajudaram a disseminar as imagens. As autoridades alertam que compartilhar esse tipo de conteúdo também pode configurar crime.

Investigação apura possível intimidação

Além disso, os investigadores apuram se houve tentativa de impedir o registro do caso. Há indícios de que moradores da comunidade teriam ameaçado familiares das vítimas, com o objetivo de evitar a denúncia formal.

Entenda o caso

O crime ocorreu no dia 21 de abril, na zona leste de São Paulo. As vítimas, duas crianças de 7 e 10 anos, foram atraídas até um imóvel após convite para soltar pipa.

Ao chegarem ao local, elas foram abusadas. Durante o crime, o suspeito adulto teria iniciado a gravação e, depois, orientado um dos adolescentes a continuar filmando.

A situação veio à tona após a irmã de uma das vítimas reconhecer uma das crianças nas imagens que circulavam na internet. Em seguida, ela procurou a polícia e registrou a ocorrência.

FONTE: METRÓPOLES