
O Banco Central anunciou novas regras para o Pix e, com isso, reforçou a segurança do sistema. Além disso, as mudanças já estão em vigor e têm como foco principal reduzir fraudes e dificultar ações criminosas.
Agora, quando o usuário acessa a conta por um celular ainda não reconhecido, o sistema aplica limites temporários. Nesse caso, o valor máximo por transferência será de R$ 200. Ao mesmo tempo, o teto diário ficará em R$ 1.000.
Essas restrições permanecem até que o cliente valide o novo dispositivo. Dessa forma, o Banco Central busca garantir que o acesso seja feito pelo próprio titular. Assim, o risco de golpes diminui significativamente.
Bloqueio cautelar amplia proteção
Além dos novos limites, o pacote de segurança inclui o chamado bloqueio cautelar. Com isso, bancos podem reter valores recebidos por até 72 horas quando identificam movimentações suspeitas.
Durante esse período, o dinheiro permanece indisponível. Por outro lado, se a transação for considerada legítima, o valor é liberado normalmente. Caso contrário, se houver suspeita de fraude, o banco devolve a quantia ao remetente.
Limite noturno continua o mesmo
As transferências feitas entre 20h e 6h continuam com limite padrão de R$ 1.000 para pessoas físicas. Essa regra já existia e, portanto, foi mantida. Assim, o objetivo segue sendo reduzir crimes como sequestros-relâmpago e extorsões.
Ainda assim, o cliente pode solicitar o aumento desse limite. No entanto, o banco realiza uma análise de risco antes de autorizar. Por isso, a liberação não acontece de forma imediata.
Orientação para evitar bloqueios
Para evitar problemas, especialistas recomendam validar novos aparelhos antes de fazer transferências de maior valor. Além disso, manter os dados atualizados no banco ajuda a evitar transtornos.
Dessa maneira, o usuário ganha mais segurança e também mais agilidade nas operações. Por fim, o Banco Central tenta equilibrar praticidade e proteção no uso do Pix, que continua sendo o meio de pagamento mais utilizado no país.










