Jovem é detido com quase R$ 100 mil em vapes e munições em Vila Velha

O jovem foi preso durante uma operação da Polícia Civil, que encontrou os produtos ilícitos em sua residência.

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- Foto: Reprodução

Na noite de quarta-feira (22), a Polícia Militar prendeu em flagrante um jovem de 20 anos, suspeito de vender cigarros eletrônicos, canetas vaporizadoras e munições em Vila Velha. A prisão aconteceu após o serviço de inteligência da PM identificar o local onde o suspeito armazenava os produtos, resultando em uma apreensão avaliada em quase R$ 100 mil.

Comércio ilícito e entrega de produtos

O suspeito, identificado como Taylan de Souza Ferreira, anunciava os produtos por meio das redes sociais. Ele detalhava os preços, as quantidades e as opções disponíveis para seus clientes. Antes da prisão, um vídeo registrou Taylan entregando um pacote a um motociclista em frente ao seu prédio. A polícia suspeita que ele realizava as vendas por meio de entregas rápidas.

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Apreensão no apartamento do suspeito

Ao chegarem no apartamento de Taylan, no bairro Praia das Gaivotas, os militares encontraram o portão aberto. O jovem autorizou a entrada dos agentes e afirmou que não havia nada de irregular. Porém, ao adentrarem o imóvel, os policiais localizaram munições expostas sobre um móvel. Dentro do apartamento, encontraram 350 cigarros eletrônicos, conhecidos como “vapes”, 160 canetas vaporizadoras e munições de calibres variados.

Confissão do jovem

Durante a abordagem, Taylan confirmou que recebia os produtos pelos Correios e os revendia para clientes. Ele também revelou que mantinha um sistema de fidelidade para os compradores. A polícia descobriu que ele é natural de Ilhéus, na Bahia, e não possuía emprego formal no Espírito Santo. Além disso, em setembro de 2022, Taylan publicou um vídeo nas redes sociais pilotando uma motocicleta avaliada em cerca de R$ 40 mil.

Prisão e investigação

Após ser preso, o jovem foi encaminhado à Delegacia de Vila Velha, onde foi autuado em flagrante por tráfico de drogas e contrabando. Taylan foi, então, levado ao Centro de Triagem. Vale destacar que a comercialização, importação e propaganda de cigarros eletrônicos são proibidas no Brasil desde 2009 pela Anvisa. O descumprimento da legislação pode resultar em pena de até cinco anos de prisão, conforme o artigo 334-A do Código Penal