Homem é preso suspeito de matar a mãe e cortar dedo para acessar celular

Filho é preso suspeito de matar mãe e cortar dedo

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- Foto: Divulgação

Um homem de 26 anos matou a própria mãe e amputou um dos dedos da vítima para acessar o celular e realizar transações bancárias. A polícia prendeu o suspeito no sábado, quando ele chegou ao velório da mulher.

Crime e motivação

A vítima, uma servidora pública de 53 anos, foi encontrada morta dentro de casa, com sinais de violência e um dedo amputado. Diante da cena, a Polícia Militar isolou o local e acionou a perícia.

Segundo a investigação, o suspeito invadiu a residência na noite de sexta-feira. Em seguida, ele utilizou a digital da vítima para desbloquear o celular e movimentar contas bancárias. Além disso, a casa apresentava sinais de reviramento, o que reforça a hipótese de roubo.

Fuga e participação de comparsa

Imagens de câmeras de segurança mostram que o suspeito entrou na casa acompanhado de uma mulher. Logo depois, os dois deixaram o local em um táxi, solicitado pelo próprio filho da vítima.

Na sequência, o casal passou por cidades como São Pedro, Piracicaba e Campinas. Além disso, eles chegaram a se hospedar em um hotel durante a fuga.

A polícia identificou a mulher como comparsa no crime e, por isso, solicitou a prisão dela. No entanto, até o momento, ela continua foragida.

Tentativa de despistar a polícia

Para evitar suspeitas, o homem tentou enganar as autoridades. Ele publicou mensagens afirmando que não sabia da morte da mãe. Além disso, alegou que estava em São Paulo.

Segundo a investigação, ele também disse que viajaria para o interior apenas para participar do velório, o que levantou ainda mais suspeitas.

Prisão e investigação

Apesar da tentativa de despiste, a polícia localizou o suspeito em Santa Maria da Serra. Em seguida, os agentes realizaram a prisão no momento em que ele chegava ao velório.

O Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) registrou o caso como latrocínio, ou seja, roubo seguido de morte.

Por fim, as investigações continuam. Enquanto isso, a polícia mantém as buscas pela comparsa e trabalha para esclarecer todos os detalhes do crime.