Criança morre após ser baleada enquanto brincava em parquinho no RJ

Bento foi encaminhado ao Hospital Santa Teresinha, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, mas não resistiu

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Reprodução/Freepik -

Criança morre após ser baleada enquanto brincava em parquinho no Rio de Janeiro

Uma criança morreu após um disparo de arma de fogo atingi-la na tarde deste domingo (31/5) na comunidade da Quitanda, na Pavuna, Zona Norte do Rio de Janeiro.

A vítima era Bento Costa Petillo Bezze. Naquele momento, o menino brincava em um parquinho próximo à casa da família.

Moradores socorreram a vítima

Assim que ouviram os disparos, moradores da região correram para ajudar a criança e a levaram rapidamente para atendimento médico.

Além disso, equipes do 41º BPM (Irajá) receberam uma chamada informando sobre tiros na Rua Capitão Gouveia. Entretanto, quando os policiais chegaram à comunidade, os moradores já tinham levado Bento ao hospital.

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Equipe médica tentou salvar o menino

Os profissionais de saúde receberam a criança no Hospital Santa Teresinha, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense.

Apesar das tentativas de atendimento, o menino não resistiu aos ferimentos e morreu na unidade hospitalar.

Além disso, a Polícia Militar informou que Bento brincava no parquinho quando o disparo o atingiu.

Investigadores buscam esclarecer o caso

Até agora, as autoridades ainda não conseguiram determinar de onde partiu o tiro nem em quais circunstâncias ele aconteceu.

Por isso, investigadores trabalham para identificar os responsáveis e esclarecer a dinâmica dos fatos. Inicialmente, a polícia registrou a ocorrência na 39ª Delegacia de Polícia (Pavuna).

Posteriormente, a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) assumiu as investigações e passou a conduzir as diligências.

Morte gera comoção entre moradores

Enquanto a polícia busca respostas, moradores da comunidade da Quitanda lamentam a morte de Bento e prestam solidariedade à família.

Além disso, o caso amplia o número de crianças atingidas pela violência armada na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Dessa forma, a tragédia reacende o debate sobre a segurança de crianças e adolescentes em áreas marcadas pela criminalidade.

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