
O Polo Norte magnético da Terra continua em movimento e segue em direção à Rússia, forçando cientistas e empresas a atualizar sistemas usados em celulares, aviões, navios, drones e equipamentos de navegação. A mudança não afeta imediatamente o funcionamento dos aparelhos, mas exige correções para manter a precisão.
O campo magnético nasce no núcleo externo da Terra, onde metais líquidos geram correntes elétricas que formam a força protetora do planeta. Com o tempo, o movimento desses fluxos altera a posição do Norte magnético, que já percorreu mais de 2 mil quilômetros desde 1831. Empresas aéreas, operadores marítimos e órgãos militares monitoram essas alterações para evitar desvios em trajetos longos e garantir que sistemas de orientação permaneçam confiáveis.
Para corrigir o impacto do deslocamento, cientistas atualizam periodicamente o Modelo Magnético Mundial (WMM). A versão mais recente, WMM2025, orienta sistemas até 2029, incluindo mapas digitais e bússolas de celulares, drones e aviões. Apesar da movimentação do polo, especialistas afirmam que a população não corre risco, e a proteção magnética da Terra continua funcionando normalmente.










