
O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) pediu à Justiça que a plataforma de apostas Blaze apresente o contrato firmado com Neymar Jr.. O pedido faz parte de uma ação civil pública contra a empresa e a influenciadora Virginia Fonseca. Segundo o órgão, a imagem do jogador ajudava a atrair consumidores com promessas de “renda extra”. Apesar disso, Neymar não é réu no processo.
Além do contrato do atleta, o MPDFT solicitou os acordos firmados com Virginia Fonseca, Lucas Lira e Bruna Unzueta. O objetivo é analisar as regras de publicidade adotadas pela Blaze. Os promotores também querem verificar se a empresa orientava o uso da expressão “renda extra” nas campanhas. Ao mesmo tempo, a investigação apura denúncias de bloqueio de contas, retenção de valores e cláusulas consideradas abusivas. Na ação, o Ministério Público pede que Virginia Fonseca e a Blaze paguem, juntas, ao menos R$ 120 milhões por danos morais coletivos.
O processo também pede que a Justiça determine a retirada imediata de publicações que prometam lucros irreais ou induzam consumidores ao erro. Além disso, a Blaze terá 15 dias para explicar como realiza a abertura, o bloqueio e o encerramento de contas. A empresa também deverá informar suas políticas de bônus e os mecanismos de prevenção à lavagem de dinheiro. A ação tramita na 7ª Vara Cível de Brasília. Até o momento, a Justiça ainda não decidiu sobre os pedidos.










