Tragédia no rope jump: nova investigação vai apontar conduta de presos

Investigação da polícia busca individualizar conduta das três pessoas presas, nesse sábado (20/6), por envolvimento na tragédia

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Reprodução -

A Polícia Civil ampliou as investigações sobre a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, que morreu após saltar sem cordas durante uma atividade de rope jump na Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP). Os agentes prenderam temporariamente três novos investigados: Evelyne dos Santos Gonçalves, João Antônio Pivetta Ribeiro da Silva e Gabriel Barros Martins.

Segundo a investigação, João Antônio retirou a câmera GoPro presa ao braço da vítima logo após a queda. Já Gabriel Barros teria pegado o equipamento e colocado a câmera em uma sacola antes de deixar o local. A polícia agora apura se houve intenção de ocultar provas relacionadas ao acidente. Os investigadores também apontam que os dois deixaram a área após a tragédia.

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A prisão de Evelyne está ligada à exclusão de perfis e conteúdos do grupo “Entre Cordas”, responsável pelo evento. Para a Polícia Civil, a remoção do material pode ter prejudicado a coleta de provas. Enquanto isso, os três instrutores presos no dia da morte de Maria Eduarda continuam detidos, após a Justiça negar pedidos de liberdade.