
Genebaldo Carlos da Fonseca Júnior, de 30 anos, recebeu uma condenação de 59 anos e 6 meses de prisão por participação no assassinato do ativista político Jonas Soprani. O Tribunal do Júri de Linhares proferiu a sentença nesta terça-feira (16) e determinou o cumprimento da pena em regime fechado.
Jonas Soprani, de 48 anos, morreu após criminosos atirarem contra ele em junho de 2021, dentro de um bar no bairro Novo Horizonte. Conhecido por fiscalizar e denunciar supostas irregularidades envolvendo agentes públicos, ele também disputou uma vaga na Câmara de Vereadores nas eleições de 2020. Segundo o Ministério Público do Espírito Santo (MPES), a atuação política da vítima motivou o crime.
As investigações apontaram que Genebaldo participou da organização do assassinato, indicou os executores e ajudou a ocultar provas. Os jurados reconheceram qualificadoras como motivo torpe, organização criminosa e uso de recursos que impediram a defesa da vítima. Além da prisão, a Justiça fixou indenizações de R$ 100 mil para a viúva de Jonas e R$ 20 mil para a segunda vítima do atentado, que sobreviveu. A defesa informou que recorrerá da decisão.










