Nova identidade permite incluir autismo e deficiências no documento no ES

Carteira de Identidade Nacional também pode registrar informações médicas e tipo sanguíneo para auxiliar em atendimentos de emergência.

Arte Da Capa Da Mat Ria Do Site 1000 X 750 Px 2026 06 10t212449 672
- Imagem ilustrativa criada por IA

Moradores do Espírito Santo que solicitarem a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) podem incluir informações sobre condições de saúde e deficiências diretamente no documento.

Entre os dados disponíveis estão o diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA), deficiência visual, auditiva, física e intelectual. Além disso, a versão física da carteira permite a inclusão de até cinco pictogramas para identificar essas condições.

Laudo médico é obrigatório

Para solicitar a inclusão das informações, o cidadão precisa apresentar documentação médica que comprove a condição informada.

Segundo a Polícia Científica, o laudo deve indicar expressamente a condição de saúde, a categoria correspondente e o respectivo Código Internacional de Doenças (CID).

Entretanto, a inclusão desses dados é opcional e depende da autorização do próprio cidadão durante o atendimento.

Versão digital reúne mais informações

Além dos dados impressos na carteira física, a versão digital da CIN, disponível pelo aplicativo Gov.br, pode armazenar outras informações importantes para situações de emergência.

Entre elas estão:

  • Epilepsia;
  • Fibromialgia;
  • Uso de marcapasso;
  • Alergias medicamentosas;
  • Outras condições médicas comprovadas.

Dessa forma, profissionais de saúde podem acessar informações relevantes em atendimentos emergenciais.

Documento também registra tipo sanguíneo

A nova identidade também permite incluir grupo sanguíneo, fator RH e condição de doador de sangue.

Assim como ocorre com os demais dados, o cidadão precisa apresentar documentação que comprove as informações.

O Espírito Santo iniciou a emissão da Carteira de Identidade Nacional em 2024. Desde então, o novo documento substitui gradualmente o antigo Registro Geral (RG) e utiliza o CPF como número único de identificação em todo o país.