
O senador Magno Malta, presidente estadual do PL no Espírito Santo, desmentiu publicamente informações que apontavam um suposto fechamento de apoio do partido ao pré-candidato ao Governo do Estado, Lorenzo Pazolini, do Republicanos. A declaração do parlamentar repercutiu nos bastidores políticos e enfraqueceu narrativas divulgadas por grupos ligados ao ex-prefeito de Vitória nas redes sociais.
Em vídeo divulgado nesta semana, Magno Malta classificou a informação como falsa e criticou quem espalhou a notícia. Além disso, o senador reforçou que qualquer decisão oficial do partido seria comunicada diretamente aos filiados da legenda.
“É uma mentira desvalida essa ‘notícia’. Não há nada disso. São porta-vozes da mentira. Se fosse verdade, eu seria o primeiro a comunicar aos filiados do partido. Meu compromisso declarado é com Maguinha para o Senado. Não deem ouvidos a essa gente”, afirmou o senador.
A fala ganhou força no meio político porque ocorre em um momento de intensa movimentação para a disputa eleitoral no Espírito Santo. Enquanto isso, aliados de diferentes grupos tentam consolidar alianças e ampliar espaço nos bastidores da pré-campanha.
Hartung aproxima PSD do Republicanos
Ao mesmo tempo em que Magno Malta afasta qualquer sinalização oficial de apoio do PL a Lorenzo Pazolini, o ex-governador Paulo Hartung, do PSD, avançou nas articulações políticas. Na terça-feira, Hartung anunciou a parceria entre o PSD, presidido nacionalmente por Gilberto Kassab, e o Republicanos. Só falta a fotografia de Pazolini e Hartung juntos e abraçados.
Com isso, o cenário eleitoral começa a ganhar novos contornos no Espírito Santo. Embora ainda falte uma aparição pública conjunta das lideranças, o movimento político já é tratado nos bastidores como um alinhamento praticamente consolidado.
Além disso, a aproximação entre PSD e Republicanos reduz as possibilidades de Paulo Hartung disputar novamente o Governo do Estado, hipótese que vinha aparecendo em levantamentos e pesquisas políticas recentes.
Dessa forma, cresce a avaliação de que o ex-governador pode concentrar esforços em uma eventual disputa ao Senado. Ainda assim, interlocutores políticos consideram que essa possibilidade segue indefinida e pode representar apenas um movimento estratégico para manter influência nas negociações eleitorais.
VÍDEO DO DESMENTIDO:










