
OPERAÇÃO NARCO FLUXO MIRA ESQUEMA BILIONÁRIO DE LAVAGEM DE DINHEIRO
AÇÃO DA POLÍCIA FEDERAL ATINGE MAIS DE 30 ALVOS
A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (15/4), a Operação Narco Fluxo, que tem como alvo mais de 30 pessoas suspeitas de envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro. Segundo as investigações, o grupo movimentou mais de R$ 1,6 bilhão. Além disso, a ação cumpre 45 mandados de busca e apreensão e 39 de prisão temporária em diversos estados do Brasil.
INFLUENCIADORES E FUNKEIROS ESTÃO ENTRE OS PRESOS
Entre os alvos, aparecem nomes conhecidos, como o cantor de funk MC Ryan SP, preso em Bertioga, no litoral de São Paulo. Além dele, também foram detidos o influenciador Raphael Sousa Oliveira, ligado à página Choquei, e o cantor MC Poze do Rodo. Dessa forma, a operação ganhou grande repercussão nas redes sociais.
MANDADOS PARTEM DA JUSTIÇA FEDERAL DE SANTOS
A Justiça Federal expediu os mandados, e o juiz Roberto Lemos dos Santos Filho, da 5ª Vara Federal de Santos, autorizou as medidas. Ao todo, mais de 200 policiais federais participam da operação, que ocorre em estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e no Distrito Federal.
INVESTIGAÇÃO APONTA MOVIMENTAÇÃO AINDA MAIOR
De acordo com a Polícia Federal, o volume financeiro do grupo pode ultrapassar R$ 260 bilhões. Além disso, os agentes apreenderam armas, veículos de luxo, dinheiro em espécie, documentos e equipamentos eletrônicos, que devem contribuir para o avanço das investigações.
BLOQUEIO BILIONÁRIO E MEDIDAS JUDICIAIS
A Justiça determinou o bloqueio de até R$ 2,2 bilhões em bens ligados ao cantor MC Ryan SP. Além disso, o bloqueio atinge 77 alvos, entre pessoas físicas e empresas. Segundo a decisão judicial, o valor foi calculado com base no lucro estimado dos crimes investigados, como o tráfico internacional de mais de três toneladas de cocaína e o fluxo financeiro identificado por órgãos de controle.
Além disso, as autoridades determinaram o sequestro de bens e impuseram restrições societárias. Com isso, os investigadores buscam interromper as atividades ilegais e, ao mesmo tempo, preservar recursos para possível ressarcimento.
INVESTIGAÇÕES CONTINUAM EM ANDAMENTO
Por fim, a Polícia Federal segue com as investigações. Os envolvidos podem responder por crimes como associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.




















