BH: prefeitura cadastra famílias para acolher crianças vulneráveis

Inscrições começam na segunda (13) e vão até 30 de abril; objetivo é oferecer lar temporário a crianças em situação de vulnerabilidade

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Foto: Reprodução -

Inscrições abertas para famílias acolhedoras

A Prefeitura de Belo Horizonte abrirá, na próxima segunda-feira (13/04), as inscrições para o Serviço Família Acolhedora. As famílias interessadas em acolher temporariamente crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade poderão se candidatar até o dia 30 de abril.

Para participar, os interessados devem entrar em contato com a equipe pelos telefones (31) 3423-8618 ou (31) 99970-9266 (WhatsApp), ou pelo e-mail [email protected]. Além disso, todas as orientações estão disponíveis no Portal da PBH.

Como funciona o processo

O processo inclui formação obrigatória, acompanhamento técnico e a assinatura de uma declaração que reforça o caráter provisório do acolhimento, sem finalidade de adoção. Dessa forma, o programa garante que os participantes compreendam plenamente sua função.

Entre os critérios exigidos, estão: residir em Belo Horizonte há pelo menos dois anos, ter responsável com 21 anos ou mais, não possuir antecedentes criminais e contar com a concordância de todos os membros da família.

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Prioridade ao acolhimento familiar

O Serviço Família Acolhedora prioriza o acolhimento em ambiente familiar, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Em vez de serem encaminhadas para instituições, crianças e adolescentes podem viver temporariamente em um lar, onde recebem cuidado e atenção enquanto a Justiça avalia cada caso.

Números e acompanhamento

Atualmente, Belo Horizonte conta com 33 crianças e adolescentes acolhidos por famílias e 49 famílias já habilitadas. Além disso, o programa é executado pela Providens – Ação Social Arquidiocesana, em parceria com a Prefeitura.

O serviço também oferece acompanhamento contínuo de psicólogos e assistentes sociais. Assim, o acolhimento familiar busca reduzir os impactos emocionais do afastamento e contribuir para o desenvolvimento saudável das crianças e adolescentes, até que seja possível o retorno à família de origem ou o encaminhamento para uma família substituta.