
Menino de 11 anos sofreu humilhações enquanto trabalhava em avenida; caso gerou revolta nas redes sociais
Um grupo de jovens passou a ser investigado após agredir e humilhar uma criança de 11 anos que vendia paçoca em um semáforo na cidade de Mossoró, no Rio Grande do Norte. O caso ganhou repercussão nas redes sociais depois da divulgação de um vídeo que mostra parte das agressões.
Nas imagens, os suspeitos aparecem se aproximando do menino enquanto ele trabalhava na via pública. Em seguida, eles derrubam os produtos vendidos pela criança e fazem gestos de deboche e intimidação.
Segundo informações preliminares, a gravação foi feita por ocupantes de um veículo que passava pelo local no momento da ação.
Polícia investiga agressão contra criança em Mossoró
As autoridades confirmaram que o caso já está sob investigação. Além disso, a polícia apura se a criança já sofreu outras agressões praticadas pelo mesmo grupo em ocasiões anteriores.
Depois da repercussão do vídeo, o caso também deverá ser encaminhado ao Ministério Público, que vai analisar possíveis medidas legais contra os envolvidos.
Enquanto isso, equipes responsáveis pela apuração buscam identificar todos os participantes da agressão.
Caso gerou revolta nas redes sociais
O episódio provocou forte indignação entre internautas. Nas redes sociais, milhares de pessoas cobraram punição aos responsáveis e reforçaram a necessidade de proteção para crianças em situação de vulnerabilidade social.
Além disso, muitos usuários destacaram a gravidade da violência praticada contra o menino enquanto ele trabalhava para ajudar no sustento.
Segundo informações divulgadas após o caso vir à tona, a criança passa bem e recebe acompanhamento.
Debate sobre trabalho infantil voltou à tona
Após a divulgação das imagens, o caso reacendeu debates sobre trabalho infantil e exposição de crianças a situações de risco nas ruas.
Especialistas alertam que crianças em vulnerabilidade social frequentemente enfrentam episódios de violência, exploração e humilhação enquanto tentam ajudar financeiramente suas famílias.
As investigações continuam.










