Por Jackson Rangel
Da caderneta à mordaça digital, o jornalismo perdeu a voz
Por Jackson Rangel Houve um tempo em que o jornalismo se fazia com caderneta no bolso, caneta na mão e coragem no peito. Não havia algoritmo, impulsionamento ou audiência artificial. Havia método, apuração, confronto de versões e, sobretudo, responsabilidade pública. A informação não corria. Caminhava. E justamente por isso, chegava inteira. Naquele período, a imprensa […]