
Seleção Brasileira estreia no sábado e tenta encerrar jejum de títulos que dura desde 2002
A Seleção Brasileira inicia mais uma caminhada em busca do hexacampeonato mundial. Vinte e quatro anos após a conquista da Copa do Mundo de 2002, o Brasil volta a disputar o torneio cercado de expectativa, pressão e esperança da torcida.
Na época do último título, as redes sociais ainda engatinhavam, o Orkut nem existia e a internet discada fazia parte da rotina dos brasileiros. Agora, em 2026, o cenário mudou completamente, mas o sonho do hexa continua vivo.
A Copa do Mundo começa nesta quinta-feira, com cerimônia de abertura às 14h30 e a partida entre México e África do Sul, às 16h30, no estádio Azteca, na Cidade do México.
Já o Brasil estreia no sábado (14), às 19 horas, contra Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Depois disso, a Seleção encara o Haiti no dia 19 e fecha a fase de grupos diante da Escócia, no dia 24.
Mesmo sem conquistar o Mundial desde 2002, o Brasil segue entre os favoritos ao título. Confira cinco motivos que alimentam a esperança da torcida brasileira.
Coincidências com a campanha do tetra
A Copa de 2026 apresenta algumas coincidências curiosas com a campanha do tetracampeonato, conquistado em 1994.
Naquele período, o Brasil também enfrentava um jejum de 24 anos sem levantar a taça. Além disso, a competição aconteceu nos Estados Unidos, que novamente recebem jogos do Mundial.
Outro ponto semelhante envolve o desempenho nas Eliminatórias. Assim como ocorreu antes da Copa de 1994, a Seleção chegou ao torneio cercada de críticas e desconfiança.
Grupo C virou “amuleto” recente
O sorteio colocou o Brasil no Grupo C, ao lado de Marrocos, Escócia e Haiti.
Curiosamente, o Grupo C marcou campanhas recentes de campeões mundiais. O próprio Brasil conquistou o pentacampeonato em 2002 após sair dessa chave.
Além disso, a França iniciou no Grupo C a campanha do título em 2018. Já a Argentina também liderou o Grupo C antes de conquistar a Copa de 2022.
Ancelotti chega com currículo vencedor
O técnico Carlo Ancelotti assumiu a Seleção Brasileira em 2025 e disputa sua primeira Copa do Mundo no comando do Brasil.
Apesar do pouco tempo de trabalho, o treinador italiano acumula títulos importantes no futebol europeu, incluindo cinco conquistas da Liga dos Campeões.
Além disso, muitos torcedores fazem comparações entre o momento atual e a chegada de Luiz Felipe Scolari antes da Copa de 2002.
Naquela época, Felipão assumiu uma Seleção desacreditada e conseguiu transformar o ambiente até a conquista do pentacampeonato.
Vini Jr. busca protagonismo na Seleção
O atacante Vini Jr. chega para a Copa cercado de expectativa após temporadas de destaque no Real Madrid.
Entretanto, o jogador ainda tenta repetir na Seleção Brasileira o mesmo desempenho apresentado no futebol europeu.
A situação lembra a trajetória de Rivaldo antes da Copa de 2002. Na época, o meia recebeu críticas durante as Eliminatórias, mas se tornou um dos principais jogadores do Mundial conquistado pelo Brasil.
Agora, a torcida espera que Vini Jr. também consiga assumir o protagonismo com a camisa amarela.
Neymar disputa possível última Copa
A Copa de 2026 pode marcar a despedida de Neymar em Mundiais pela Seleção Brasileira.
Aos 34 anos, o camisa 10 segue como um dos principais nomes da história recente do Brasil. Além disso, ele lidera estatísticas importantes com a camisa da Seleção.
Neymar é o maior artilheiro do Brasil em jogos oficiais, com 79 gols. O atacante também lidera o ranking de assistências e aparece entre os jogadores com mais partidas pela Seleção.
Mesmo enfrentando problemas físicos recentes, o atacante segue como referência técnica e emocional para o elenco brasileiro na busca pelo hexa.










