
Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”, morreu na noite desta quarta-feira (4), em Belo Horizonte. Investigadores apontavam o homem como um dos envolvidos no chamado Caso Master.
Ele estava internado em um hospital da capital mineira após tentar tirar a própria vida enquanto permanecia sob custódia da Polícia Federal. Segundo fontes ligadas ao caso, médicos confirmaram morte cerebral, condição que a legislação brasileira considera oficialmente como óbito.
Prisão e primeiros desdobramentos
A Polícia Federal prendeu Luiz Phillipi durante uma operação para desmontar o braço armado de uma organização criminosa investigada no Caso Master. As investigações apontavam o suspeito como um dos principais executores de crimes por encomenda ligados a disputas territoriais e políticas.
Após a prisão, o investigado permaneceu sob custódia da PF. Em seguida, ele atentou contra a própria vida. Equipes de emergência o socorreram e o levaram para um hospital de Belo Horizonte, mas o quadro evoluiu para morte cerebral.
Impacto na investigação do Caso Master
A morte do investigado cria novos desafios para os investigadores. Luiz Phillipi poderia fornecer informações importantes sobre a estrutura da organização criminosa.
Agora, os agentes concentram esforços em provas técnicas, depoimentos e materiais apreendidos durante a operação. Ao mesmo tempo, o Ministério Público acompanha os desdobramentos para garantir o avanço do processo.
Segurança e próximos passos
Autoridades também analisam as circunstâncias do ocorrido enquanto o suspeito permanecia sob custódia. Paralelamente, forças de segurança reforçaram a atenção nas áreas onde o grupo atuava.
O objetivo é evitar disputas internas ou possíveis retaliações após a morte de um dos nomes considerados chave dentro da estrutura criminosa investigada no Caso Master.
