Suspeito de matar a mãe é decapitado com lâmina de barbear dentro da prisão

Segundo o boletim de ocorrência, o homem teve a cabeça arrancada e os órgãos tirados do abdômen.

Foto: Pixabay -

Detentos assassinam e decapitam colega de cela no CDP de Pinheiros

Um crime de extrema violência marcou a madrugada deste sábado (28/2) no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pinheiros, na zona oeste de São Paulo. Dois detentos assassinaram e decapitaram Washington Ramos Brito, de 31 anos, apenas três dias após a sua entrada na unidade.

Detalhes da Execução no Presídio

De acordo com o boletim de ocorrência, agentes penais flagraram um dos presos segurando a cabeça da vítima durante a madrugada. O registro policial detalha a crueldade do ato:

  • Autores: Rodrigo Galvão dos Santos e Jose Welington Matos Vitorino confessaram o crime.
  • Método: Os agressores utilizaram uma lâmina de barbear para decapitar Brito e cortar suas orelhas.
  • Mutilação: Eles também realizaram uma incisão no abdômen da vítima, removeram órgãos internos e os guardaram em uma embalagem.
  • Motivação: Os suspeitos afirmaram que agiram por vingança e comoção. Segundo eles, Brito teria matado a própria mãe por causa de um pão; como nenhum dos dois tinha mãe, o caso os sensibilizou negativamente.

Providências Legais

A perícia técnica examinou a cela e a polícia encaminhou os dois envolvidos ao 91° Distrito Policial. A autoridade policial os autuou em flagrante por homicídio qualificado, com os agravantes de motivo fútil e emprego de meio cruel.


O Crime Anterior: Matricídio

A polícia mantinha Washington Ramos Brito detido sob suspeita de assassinar a própria mãe, Angelina Maria Ramos, de 58 anos, no dia 25 de fevereiro, no Jardim das Palmas.

Prisão: Após capturarem Brito, os policiais o levaram ao DHPP e, posteriormente, o transferiram para o CDP de Pinheiros II, onde os outros detentos o mataram.

Descoberta do corpo: Outro filho da vítima encontrou o cadáver na manhã seguinte ao crime. O corpo apresentava sinais de estrangulamento e lesões no pescoço.

Investigação: O irmão de Washington relatou à Polícia Militar que ele foi a última pessoa a estar na residência e que já possuía passagens pela Justiça.