Porto Alegre Registra Caso de Mpox e Reforça Prevenção para o Carnaval

Porto Alegre confirmou um caso de Mpox em 2026 e reforçou o alerta para o Carnaval. A Vigilância Epidemiológica orienta os foliões sobre cuidados preventivos para evitar a propagação do vírus.

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Novo caso confirmado em 2026 exige maior vigilância e cuidados intensificados

Porto Alegre confirmou um novo caso de Mpox em 2026, levando a Vigilância Epidemiológica a reforçar as orientações preventivas para o Carnaval. A infecção foi contraída fora do município, o que gerou um aumento nas preocupações das autoridades de saúde. A doença é causada por um vírus do mesmo grupo da varíola e se transmite principalmente por contato direto com lesões na pele, saliva ou secreções respiratórias de uma pessoa infectada.

A transmissão ocorre principalmente por contato direto com lesões na pele, saliva ou secreções respiratórias de uma pessoa infectada. Por isso, as autoridades de saúde pedem que os foliões examinem a pele antes de saírem para os blocos. Se encontrarem bolhas, feridas ou qualquer tipo de erupção, devem procurar atendimento médico imediatamente. Ao tomar essas precauções, as pessoas evitam o contato físico com outras e ajudam a conter a propagação da doença.

Exame da pele e precauções antes da folia
Antes de se envolver nas festividades, os foliões devem inspecionar sua pele cuidadosamente, especialmente nas áreas de maior contato, como a boca, mãos, pés e região genital. Se encontrarem qualquer alteração, precisam buscar atendimento médico o quanto antes. Ao procurar ajuda, é importante usar máscara e cobrir as lesões para evitar a transmissão.

Medidas durante os eventos
Durante os blocos e festas, os foliões devem evitar o contato íntimo ou físico prolongado com pessoas que apresentem lesões visíveis. Além disso, a higienização constante das mãos é essencial. Usar álcool em gel 70% após tocar superfícies públicas ou interagir com outras pessoas ajuda a reduzir o risco de contágio. Também é imprescindível não compartilhar objetos pessoais, como copos, talheres, toalhas e roupas.

Os primeiros sintomas da Mpox incluem febre, dor de cabeça, dores musculares, fraqueza e ínguas (gânglios inchados), seguidos pelo aparecimento das lesões na pele. Se qualquer sintoma surgir, é importante procurar atendimento médico imediatamente. As autoridades de saúde recomendam que, caso a pessoa apresente sinais suspeitos, ela deve se isolar até a completa recuperação. Além disso, a pessoa deve evitar a participação em blocos e manter o distanciamento social.

O período de incubação do vírus varia de 3 a 21 dias, com a média sendo de 10 a 16 dias. Portanto, é essencial que os foliões continuem monitorando sua saúde após o Carnaval. Se surgirem sintomas, é necessário buscar atendimento médico o quanto antes para garantir que a infecção não se espalhe e para que o tratamento adequado seja iniciado.

Em 2026, Porto Alegre registrou um novo caso de Mpox, com a infecção ocorrendo fora do Rio Grande do Sul. Em 2025, a cidade já havia registrado 11 casos confirmados. A Vigilância Epidemiológica segue monitorando a situação e reforça a importância das medidas preventivas para proteger a população e evitar a disseminação do vírus durante o Carnaval.