
A eliminação da Seleção Brasileira para a Noruega, nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, levantou uma dúvida entre os torcedores. Afinal, por que Vini Jr., artilheiro do Brasil no torneio, não foi o responsável pela cobrança do pênalti ainda no primeiro tempo?
A penalidade aconteceu aos 13 minutos, quando o placar ainda estava empatado em 0 a 0. No entanto, Bruno Guimarães assumiu a cobrança e parou nas mãos do goleiro Orjan Nyland. Depois disso, a Noruega venceu por 2 a 1 e garantiu a classificação.
Vini Jr. explicou a decisão
Após a partida, Vini Jr. afirmou que a escolha do cobrador não passou por vaidade ou interesse em ampliar a artilharia na competição.
“Sempre falo que nunca fui vaidoso de escolher a artilharia. Sempre pensei na equipe, e no momento o correto era o Bruno bater. É do jogo, você pode errar e acertar. Demos muita força a ele pela competição que fez”, declarou o atacante.
O camisa 7 terminou a Copa do Mundo como principal goleador da Seleção Brasileira, com quatro gols marcados.
Ancelotti revelou o critério
Além da explicação de Vini Jr., o técnico Carlo Ancelotti detalhou como a comissão técnica definiu a ordem dos cobradores de pênalti.
Segundo o treinador, a decisão teve como base uma análise estatística realizada ao longo de um ano de trabalho.
“Fizemos uma análise estatística de um ano do nosso trabalho. O melhor jogador da Seleção era o Raphinha, mas, obviamente, ele não estava em campo. Depois dele, vinham Neymar e Igor Thiago. Em seguida aparecia o Bruno Guimarães, e depois o Martinelli. Escolhemos o Bruno porque entendíamos que era a melhor opção”, afirmou Ancelotti.
Apesar da estratégia, Bruno Guimarães desperdiçou a cobrança, e o Brasil acabou eliminado da Copa do Mundo após a derrota por 2 a 1 para a Noruega.










