
O Polo JK, em Santa Maria, no Distrito Federal, tem chamado atenção por um comportamento recorrente ao entardecer. A área, conhecida pelo perfil industrial e ruas pouco movimentadas, passa a ser frequentada por pessoas em busca de encontros íntimos ao ar livre.
Com o cair da noite, o cenário muda. A movimentação aumenta e, segundo relatos, o local se transforma em ponto de encontros, o que tem gerado preocupação por envolver práticas consideradas ilegais.
Prática configura crime previsto em lei
De acordo com o Código Penal Brasileiro, manter relações íntimas em locais públicos ou expostos configura ato obsceno, previsto no artigo 233, com pena que pode chegar a um ano de detenção ou multa.
Apesar disso, a prática continua sendo registrada com frequência na região, especialmente em áreas com pouca iluminação e cercadas por vegetação.
Relatos apontam organização e frequência
Testemunhas afirmam que há uma dinâmica recorrente entre frequentadores, com presença constante de pessoas que utilizam o espaço para encontros rápidos.
Além disso, a movimentação costuma ocorrer em horários específicos, principalmente no início da noite, quando o fluxo de veículos diminui.
Falta de fiscalização preocupa moradores
A ausência de iluminação adequada e de fiscalização contribui para a continuidade das ocorrências. Moradores e trabalhadores da região relatam desconforto e pedem mais presença das autoridades.
Autoridades podem intensificar ações
Diante da situação, especialistas reforçam a importância de ações preventivas, como reforço no policiamento e melhorias na infraestrutura urbana, para evitar que o local continue sendo utilizado para esse tipo de prática.










