Quatro mulheres tentaram entrar com drogas escondidas no corpo em presídios do interior de São Paulo no último fim de semana. Durante as revistas de rotina, agentes identificaram os entorpecentes e impediram a entrada do material nas unidades. Em seguida, a polícia levou todas às delegacias responsáveis.
Região de Presidente Prudente
Em Pacaembu (SP), na Penitenciária “Ozias Lúcio dos Santos”, a esposa de um detento passou pelo escâner corporal no domingo (1º). No entanto, o equipamento indicou imagem suspeita na região pélvica. Diante do alerta, os agentes a questionaram e, então, ela entregou voluntariamente um invólucro com 62 gramas de maconha. Logo depois, a Polícia Civil a conduziu à Delegacia de Adamantina (SP).
Além disso, na Penitenciária de Pracinha (SP), no sábado (28), outra visitante apresentou alteração no exame realizado pelo escâner. Ao perceber que seria submetida a verificação mais detalhada, ela confessou que transportava 69 gramas de maconha introduzidas no corpo. Por isso, os servidores a encaminharam ao plantão policial do município.
Região de Rio Preto
No Complexo Penal de Valparaíso (SP), também no sábado (28), agentes identificaram dois invólucros escondidos no corpo de uma visitante. Um deles continha 85 gramas de cocaína e o outro, 70 gramas de maconha. Assim que confirmaram o flagrante, policiais militares a levaram ao plantão policial da cidade.
Já na Penitenciária I “Nestor Canoa”, em Mirandópolis (SP), outra mulher tentou entrar na unidade no domingo (1º). Contudo, o escâner corporal apontou irregularidade. Em seguida, ela entregou 62 gramas de maconha aos agentes. Posteriormente, a polícia a encaminhou para as providências legais.
Por fim, as direções das unidades abriram procedimentos disciplinares para investigar possível participação dos detentos que receberiam as drogas. Além de excluir as visitantes da lista de autorização, o Estado também irá processá-las por tráfico de drogas.
