Homem viaja quase 2 mil quilômetros para matar ex-companheira

Homem saiu da Bahia, viajou quase 2 mil quilômetros e matou a ex-companheira a facadas no Paraná.

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- Foto: Arquivo pessoal

Uma mulher identificada como Thainara Cavalcante, de 28 anos, morreu após sofrer um ataque a facadas dentro de casa em Terra Roxa, no Oeste do Paraná. Segundo a Polícia Civil, o ex-companheiro da vítima viajou quase 2 mil quilômetros da Bahia até o Paraná para cometer o crime.

O suspeito, identificado como Natan de Souza Brito, de 28 anos, confessou o feminicídio à polícia. Equipes prenderam o homem em flagrante horas após o assassinato, registrado na madrugada de quinta-feira (14).

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Suspeito não aceitava fim do relacionamento

Segundo as investigações, o casal terminou o relacionamento há cerca de cinco meses. No entanto, Natan não aceitava a separação.

Além disso, o suspeito afirmou em depoimento que hackeou as redes sociais de Thainara e descobriu que ela estava em um novo relacionamento.

Após descobrir as mensagens, o homem decidiu sair de Luís Eduardo Magalhães, na Bahia, e viajar até Terra Roxa para matar a ex-companheira.

Homem invadiu casa durante a madrugada

De acordo com a Polícia Civil do Paraná, o suspeito pulou o muro da residência durante a madrugada.

Em seguida, Natan usou uma cópia da chave da casa, que ainda possuía desde a época do relacionamento, para entrar no imóvel.

Logo depois, o homem atacou Thainara com vários golpes de faca. A vítima morreu no local antes da chegada do socorro.

Suspeito se entregou após o crime

Após cometer o feminicídio, o suspeito deixou a residência tranquilamente e seguiu para a cidade de Toledo, também no Oeste do Paraná.

Segundo a investigação, o homem tomou banho, trocou de roupa e, posteriormente, procurou uma delegacia para se entregar.

A Polícia Civil autuou Natan de Souza Brito em flagrante por feminicídio. Atualmente, ele permanece preso à disposição da Justiça.

Polícia Civil continua investigação

Agora, a Polícia Civil do Paraná segue investigando todos os detalhes do caso.

Até o momento, o suspeito não constituiu defesa jurídica, segundo informações da investigação.