A prisão de Andrew nesta quinta-feira (19) marcou um novo desdobramento nas investigações relacionadas ao caso Epstein. As autoridades britânicas prenderam o ex-príncipe
Andrew Mountbatten-Windsor por suspeita de má conduta no exercício de cargo público.
Desde então, o caso ganhou novo impulso e passou a mobilizar diferentes setores do sistema judicial.
Logo após a detenção, a polícia iniciou interrogatórios formais. Além disso, agentes cumpriram mandados de busca em endereços nas regiões de Berkshire e Norfolk. Durante a operação, as equipes recolheram documentos, dispositivos eletrônicos e outros materiais relevantes. Dessa forma, os investigadores ampliaram o conjunto de provas que pode sustentar as próximas etapas do processo.
A prisão de Andrew ocorreu depois que promotores analisaram novos depoimentos e cruzaram informações já existentes. Anteriormente, as autoridades revisaram evidências ligadas ao caso Epstein e identificaram pontos que exigiam aprofundamento. Por isso, decidiram avançar com medidas mais firmes. Enquanto isso, peritos examinam o material apreendido para esclarecer possíveis conexões com outras pessoas investigadas.
O caso Epstein gerou repercussão internacional ao longo das últimas décadas. Nesse contexto, a detenção de Andrew aumenta a pressão por respostas transparentes e rápidas. Especialistas em direito penal afirmam que o andamento do processo dependerá da solidez das provas reunidas. Portanto, cada etapa da investigação pode influenciar diretamente os próximos desdobramentos judiciais.
Até o momento, a defesa de Andrew não apresentou posicionamento oficial. Ainda assim, o ex-membro da família real permanece sob custódia enquanto as autoridades conduzem as diligências. Nos próximos dias, o Ministério Público poderá divulgar novas informações, caso surjam elementos adicionais. Assim, a prisão de Andrew continua no centro das atenções e deve manter o caso Epstein em destaque no cenário internacional.
