
Um ex-gerente do Banco do Brasil, condenado por furtar R$ 1,5 milhão, voltou a se envolver em crime. Desta vez, Eduardo Barbosa de Oliveira, de 44 anos, agrediu a sogra e tentou atacar o cunhado na madrugada desta segunda-feira (4), no bairro Itararé, em Vitória.
Discussão termina em violência
Segundo a TV Vitória/Record, Eduardo discutiu com a companheira dentro da casa da sogra. Em seguida, a mulher, de 50 anos, tentou interromper a briga.
No entanto, o suspeito reagiu com violência e passou a agredi-la com socos no rosto. Como resultado, a vítima ficou com hematomas e um olho roxo.
Cunhado reage para proteger a mãe
Ao ouvir a confusão, o filho da vítima, de 26 anos, chegou ao local e tentou defender a mãe. Nesse momento, Eduardo pegou uma faca e partiu para cima do jovem.
Durante a luta, o cunhado conseguiu desarmar o agressor. Mesmo assim, Eduardo continuou avançando. Por isso, o jovem usou a faca para se defender e atingiu o suspeito.
Logo depois, equipes de socorro levaram Eduardo para o Hospital São Lucas. Ele permanece internado sob escolta policial e ainda não tem previsão de alta.
Polícia apura o caso
A ocorrência foi registrada na Delegacia Regional de Vitória (DPJ). A sogra prestou depoimento como vítima. Já o cunhado explicou que agiu em legítima defesa.
Após análise inicial, a Polícia Civil decidiu não prender o jovem, pois não encontrou elementos suficientes para flagrante naquele momento.
Por outro lado, os agentes autuaram Eduardo por lesão corporal com base na Lei Maria da Penha, além de injúria e ameaça. Assim que receber alta, ele seguirá para o sistema prisional.
Histórico de furto milionário
O suspeito já havia sido condenado por um crime de grande repercussão. Ele trabalhou como gerente do Banco do Brasil, em Vitória, e desviou cerca de R$ 1,5 milhão da agência.
O crime ocorreu em novembro de 2024. Na ocasião, a Polícia Rodoviária Federal interceptou o veículo do casal no Rio Grande do Sul durante uma tentativa de fuga para o Uruguai. Dentro do carro, os agentes encontraram o dinheiro escondido.
Por esse caso, a Justiça condenou Eduardo a 7 anos de prisão por furto qualificado e lavagem de dinheiro.
Agora, ele volta a responder por outro crime. Enquanto isso, a Polícia Civil segue com as investigações. Até o momento, a defesa do suspeito não se manifestou.










