Estado de São Paulo confirma nova morte por intoxicação

São Paulo confirmou a 12ª morte por intoxicação com metanol após consumo de bebida adulterada. As autoridades reforçam o alerta sobre os riscos e intensificam as investigações.

- Imagem ilustrada e criada por IA

O estado de São Paulo confirmou, na terça-feira (4 de fevereiro de 2026), mais uma morte causada por intoxicação por metanol. Com isso, o número de vítimas fatais chegou a 12 desde o início dos registros relacionados ao consumo de bebidas alcoólicas adulteradas.

Segundo as autoridades, a vítima é um jovem de 26 anos, que ingeriu vodca contaminada no mês de janeiro. Após o consumo, ele apresentou sintomas graves e, em seguida, procurou atendimento médico. No entanto, o quadro evoluiu rapidamente, e o jovem não resistiu às complicações provocadas pela substância tóxica.

De acordo com a investigação, o jovem consumiu a bebida no início de janeiro. Poucos dias depois, passou a relatar dores intensas, náuseas e alterações na visão, sintomas típicos da intoxicação por metanol. Apesar dos esforços da equipe médica, o paciente morreu em decorrência das complicações.

Além disso, especialistas explicam que o metanol age de forma agressiva no organismo. Por isso, mesmo pequenas quantidades podem causar cegueira, falência de órgãos e morte.

Enquanto isso, a Polícia Civil de São Paulo intensificou as investigações para identificar a origem da bebida consumida pela vítima. As apurações miram fabricantes clandestinos e pontos de venda irregulares.

Ao mesmo tempo, órgãos de fiscalização ampliaram as ações para retirar produtos ilegais do mercado. Dessa forma, o governo estadual tenta evitar novos casos semelhantes.

Por fim, as autoridades reforçam o alerta à população. Os consumidores devem evitar bebidas sem procedência, desconfiar de preços muito abaixo do mercado e sempre verificar o selo fiscal antes da compra.

O caso, portanto, reforça os riscos do consumo de bebidas alcoólicas adulteradas e a importância da fiscalização para proteger a saúde pública.