
A CIA desempenhou um papel vital no ataque do último sábado (28.fev.2026). A agência de inteligência monitorou a rotina do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, por meses. De acordo com o New York Times, esses dados permitiram que Israel executasse a operação com precisão.
A estratégia da “Janela de Oportunidade”
Primeiramente, a inteligência americana identificou uma reunião de alto nível no centro de Teerã. O encontro reunia Khamenei e a cúpula do governo iraniano. Por isso, Washington e Tel Aviv ajustaram o horário da ofensiva. O objetivo era atingir o local exatamente durante a concentração das lideranças.
Cooperação militar intensificada
Além disso, a operação coroou meses de planejamento estratégico. A troca de informações entre os dois países cresceu após o conflito de junho de 2025. Consequentemente, o ataque eliminou nomes centrais da segurança iraniana, como Ali Shamkhani e Mohammad Pakpour.
O contexto da escalada
A ofensiva ocorreu em um momento de extrema pressão diplomática. Nesse sentido, destacam-se os seguintes pontos:
- O ultimato de Trump: O presidente americano havia dado dez dias para o Irã aceitar restrições nucleares.
- O monitoramento: Trump já afirmava, desde 2025, que Khamenei era um “alvo fácil”.
- A abrangência: Os mísseis atingiram 18 localidades diferentes, além da capital Teerã.
Transição de poder no Irã
Após a confirmação da morte de Khamenei, o Irã decretou 40 dias de luto oficial. Enquanto isso, um conselho interino de três membros assumiu o comando do país. O grupo inclui o aiatolá Alireza Arafi, o presidente Masoud Pezeshkian e o chefe do Judiciário, Gholamhossein Mohseni Ejei.
