Após matar jovem em assalto, criminoso troca celular por seis pedras de crack

Após assaltar e matar a jovem, o suspeito foi até uma boca de fumo em Santana, no Amapá, e trocou o celular dela por seis pedras de crack

Foto: Reprodução/Redes -

A jovem Ana Paula Viana Rodrigues, de 19 anos, morreu após um assalto dentro da loja onde trabalhava, em Santana, no Amapá. Segundo a polícia, o criminoso trocou o celular da vítima por seis pedras de crack após o crime. O caso ocorreu na segunda-feira (9/3).

A polícia prendeu o principal suspeito, Cláudio Pacheco, conhecido como “Coringa”, na madrugada de terça-feira (10/3). Ele responde por latrocínio — roubo seguido de morte.

Jovem morta em assalto teve celular trocado por pedras de crack

Após uma denúncia de moradores, policiais foram até a loja e encontraram o corpo da jovem no depósito do estabelecimento, com sinais de estrangulamento. Além disso, câmeras de segurança do local e da região registraram o suspeito fugindo de bicicleta, o que ajudou no avanço das investigações.

De acordo com a Polícia Civil do Amapá (PCAP), Cláudio já estava foragido por outro crime: o assassinato de uma mulher de 24 anos. Segundo as investigações, ele entrou na loja com a intenção de roubar. Em seguida, pegou o celular da vítima e a estrangulou até a morte.

Logo depois do crime, o suspeito foi até uma boca de fumo da região e trocou o aparelho por seis pedras de crack.

Conforme explicou o delegado Anderson Ramos, titular da 1ª Delegacia de Polícia de Santana, a polícia conseguiu rastrear o celular da vítima. A partir disso, equipes foram até a área portuária da cidade, onde confirmaram a troca do telefone pela droga.

“Em depoimento, ele disse que estava sob efeito de entorpecentes. Além disso, aproveitou que a vítima estava sozinha e entrou para roubar. Durante a ação, houve luta corporal. Ele está todo arranhado, provavelmente porque ela tentou se defender. Mesmo assim, ele a estrangulou com as próprias mãos até a morte”, explicou o delegado.

A polícia localizou e prendeu o suspeito em uma área de pontes no bairro Elesbão. Agora, ele deve passar por audiência de custódia.

Por fim, a Polícia Científica do Amapá fez a remoção do corpo, enquanto a Polícia Civil segue responsável pelas investigações.